Ela merece um espaço maior.
Nos acompanha durante nossa formação, ainda que sorrateiramente ou mesmo de modo a ser exposto.
Uma frase bem planejada, ou mesmo aquela que sai de solavanco, dão engajamento ao nosso discurso.
Uma palavra juntada, um neologismo, um assassinato morfológico, também contribuem para a força e notoriedade contextuais.
As palavras “saem quase sem querer”, como diria Vanessa da Mata e assim vão lapidando nosso rastro, morrem ao serem proferidas.
Palavras dispersas no ar é balela, elas estão mesmo é mortas...o difícil é localizá-las em nossos sentimentos e desculpá-las da boca do outro.
Ah, as palavras, as frases, os versos, as estrofes...a precisão vocabular, o espaço, o tempo, o jornal...
Já se viu quanto erro tem em um jornal? É a palavra se expressando por si só...
A poesia? Ela é esse universo infinito de astros que teimam em carregar sua luz própria.
É a prosa, o conto, a tal da não-verbal...
Enquanto isso, eu te ofereço um drink, caindo no estrangeirismo - um recurso linguístico...puxa uma cadeira, senta aí comigo, vamos pedir a saideira?
Escreva aí uma poesia...use as palavras que te dei...
A palavra ao gosto do freguês.
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